Mostrando postagens com marcador Eleição incondicional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleição incondicional. Mostrar todas as postagens
17 de jan. de 2012
Eleição e Predestinação - João Calvino
Mais um video do João Calvino. Nesse video o reformador fala de questões como eleição e predestinação.
Os videos foram produzidos pelo Rev. Josemar Bessa, (confira o site dele aqui) e são publicados aqui com permissão.
16 de dez. de 2011
TULIP - Os Cinco Pontos do Calvinismo - 2 - Eleição Incondicional
Continuando a série sobre os cinco pontos do Calvinismo, chegamos ao terceiro ponto, que é a eleição incondicional, um dos pontos que começam a gerar um pouco mais de polêmica. Se quiser entendê-lo bem, leia os outros textos de novo! Aqui e aqui
A ELEIÇÃO CONDICIONAL CONTRASTADA COM A ELEIÇÃO INCONDICIONAL
Calvinismo: A escolha divina de
certos indivíduos para a salvação, antes da fundação do mundo, repousou tão
somente na Sua soberana vontade. A escolha de determinados pecadores feita por
Deus não foi baseada em qualquer resposta ou obediência prevista da parte
destes, tal como fé ou arrependimento. Pelo contrário, é Deus quem dá a fé e o
arrependimento a cada pessoa a quem Ele escolheu. Esses atos são o resultado e
não a causa da escolha divina. A eleição, portanto, não foi determinada nem
condicionada por qualquer qualidade ou ato previsto no homem. Aqueles a quem
Deus soberanamente elegeu, Ele os traz, através do poder do Espírito, a uma
voluntária aceitação de Cristo. Desta forma, a causa última da salvação não é a
escolha que o pecador faz de Cristo, mas a escolha que Deus faz do pecador.
B. ELEIÇÃO
INCONDICIONAL
João Calvino disse: “O Fundamento de nossa vocação é a eleição
divina gratuita pela qual fomos ordenados para a vida antes que fôssemos
nascidos. Desse fato depende nossa vocação, nossa fé, a concretização de nossa
salvação.” [João Calvino, Gálatas, (Gl 4.9), p. 128].
Devido ao pecado de
Adão, seus descendentes entram no mundo como pecadores culpados e perdidos.
Como criaturas caídas, eles não têm desejo de ter comunhão com o seu Criador.
Ele é santo, justo e bom, ao passo que eles são pecaminosos, perversos e
corruptos- Deixados à sua própria escolha, eles inevitavelmente seguem o deus
deste século e fazem a vontade do seu pai, o diabo. Consequentemente, os homens
têm se desligado do Senhor dos céus e têm perdido todos os direitos de Seu amor
e favor. Teria sido perfeitamente justo para Deus ter deixado todos os homens
em seus pecados e miséria e não ter demonstrado misericórdia a quem quer que
seja. É neste contexto que a Bíblia apresenta a doutrina da eleição.
A doutrina da eleição declara que Deus, antes da fundação do mundo, escolheu
certos indivíduos dentre todos os membros decaídos da raça de Adão para ser o
objeto de Seu imerecido amor, para a adoção. Esses, e somente esses, Ele propôs
salvar. Deus poderia ter escolhido salvar todos os homens (pois Ele tinha o
poder e a autoridade para fazer isso), ou Ele poderia ter escolhido não salvar
ninguém (pois Ele não tem a obrigação de mostrar misericórdia a quem quer que
seja), porém não fez nem uma coisa nem outra. Na verdade, quando olhamos
honestamente para o estado do homem, nosso espanto não deveria ser porque
alguns não são salvos. Deveríamos ficar maravilhados e espantados pois alguns
serão salvos, pois Deus não tinha a obrigação de salvar ninguém!
Ao invés disso, Ele
escolheu salvar alguns e excluir (preterir) outros. Sua eterna escolha de
determinados pecadores para a salvação não foi baseada em qualquer ato ou
resposta prevista da parte daqueles escolhidos, mas foi baseada tão somente no
Seu beneplácito e na Sua soberana vontade. Desta forma, a eleição não foi
condicionada nem determinada por qualquer coisa que os homens iriam fazer, mas
resultou inteiramente do propósito determinado pelo próprio Deus. Assim dizemos
que a resposta humana a Deus não é o objetivo, mas o resultado da eleição. Como
disse João Calvino: “A santidade,
a inocência, e assim toda e qualquer virtude que porventura exista no homem,
são frutos da eleição” [João Calvino, Efésios, (Ef 1.4), p. 25]
Os que não foram
escolhidos foram preteridos e deixados às suas próprias inclinações e escolhas
más. Não cabe à criatura questionar a justiça do Criador por não escolher todos
para a salvação. É suficiente saber que o Juiz de toda a terra tem agido bem e
justamente. Deve-se, contudo, ter em mente que se Deus não tivesse
graciosamente escolhido um povo para Si mesmo, e soberanamente determinado
prover-lhe e aplicar-lhe a salvação, ninguém seria salvo. O fato de Ele ter
feito isto para alguns, à exclusão dos outros, não é de forma alguma injusto
para os excluídos, a menos que se mantenha que Deus estava na obrigação de
prover salvação a todos os pecadores - o que a Bíblia rejeita cabalmente.
A doutrina da eleição
deve ser vista não apenas contra o pano de fundo da depravação e culpa do
homem, mas também deve ser estudada em conexão com o Eterno Pacto ou acordo feito entre os membros da Trindade. Pois foi
na execução deste pacto que o Pai escolheu desse mundo de pecadores perdidos um
número definido de indivíduos e deu-os ao Filho para serem o Seu povo. O Filho,
nos termos desse pacto, concordou em fazer tudo quanto era necessário para
salvar esse povo escolhido e que lhe foi concedido pelo Pai. A parte do
Espírito na execução desse pacto foi e é a de aplicar aos eleitos a salvação
adquirida para eles pelo Filho. A eleição então, não se baseia nas obras, mas
n’Aquele que chama.
A eleição, portanto, é apenas um
aspecto (embora muito importante) do propósito salvador do Deus Triuno, e dessa
forma não deve ser vista como salvação.
O ato da eleição em si mesmo não
salvou ninguém. O que ele fez foi destacar (marcar) alguns indivíduos para a
salvação. Desta forma, a doutrina da eleição não deve ser divorciada das
doutrinas da culpa do homem, da redenção e da regeneração, pois de outra forma
ela será distorcida e deturpada. Em outras palavras, se quisermos manter em sua
perspectiva bíblica, e corretamente entendido, o ato da eleição do Pai deve ser relacionado com a obra redentora do Filho, que Se deu a
Si mesmo para salvar os eleitos e com a
obra renovadora do Espírito, que traz o eleito à fé em Cristo.
Os Calvinistas sustentam que o pré-conhecimento de Deus está
baseado no propósito ou no plano de Deus, de modo que a eleição não está
baseada em alguma condição imaginária inventada pelo homem, mas resulta da
livre vontade do Criador à parte de qualquer de qualquer obra de fé do homem
espiritualmente morto. Deus tem misericórdia de quem Ele quiser ter
misericórdia, e Deus usa a desobediência dos homens (p.e. Faraó, na história do
Êxodo) para a glória de Deus.
1. Declarações gerais
mostrando que Deus tem um povo eleito, que Ele predestinou esse povo para a
salvação e, desta forma, para a vida eterna:
Dt 10.14-15 Eis que do Senhor
teu Deus são o céu e o céu dos céus, a terra e tudo o que nela há. Entretanto o
Senhor se afeiçoou a teus pais para os amar; e escolheu a sua descendência
depois deles, isto é, a vós, dentre todos os povos, como hoje se vê.
Sl 33.12 Bem-aventurada é a
nação cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu para sua herança.
Sl 65.4 Bem-aventurado aquele
a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para habitar em teus átrios! Nós
seremos satisfeitos com a bondade da tua casa, do teu santo templo.
Ag 2.23 Naquele dia, diz o
Senhor dos exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, servo meu, filho de Sealtiel,
diz o Senhor, e te farei como um anel de selar; porque te escolhi, diz o Senhor
dos exércitos.
Mt 11.27 Todas as coisas me foram
entregues por meu Pai; e ninguém conhece plenamente o Filho, senão o Pai; e
ninguém conhece plenamente o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o
quiser revelar.
Mt 22.14 Porque muitos são
chamados, mas poucos escolhidos.
Mt 24.22 E se aqueles dias
não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão
abreviados aqueles dias.
Mt 24.31 E ele enviará os
seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos
desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
Lc 18.7 E não fará Deus
justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo
para com eles?
Rm 8.28-30 E sabemos que todas as
coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados
segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu, também os predestinou
para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito
entre muitos irmãos; e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que
chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também
glorificou.
Rm 8.33 Quem intentará acusação
contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica;
Rm 11.28 Quanto ao evangelho,
eles na verdade, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados
por causa dos pais.
Cl 3.12 Revesti-vos, pois, como
eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade,
humildade, mansidão, longanimidade,
I Ts 5.9 porque Deus não nos
destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus
Cristo,
Ti 1.1 Paulo, servo de Deus,
e apóstolo de Jesus Cristo, segundo a fé dos eleitos de Deus, e o pleno
conhecimento da verdade que é segundo a piedade,
I Pe 1.1-2 Pedro, apóstolo de
Jesus Cristo, aos peregrinos da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e
Bitínia eleitos segundo a presciência de Deus Pai, na santificação do Espírito,
para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam
multiplicadas.
I Pe 2.8-9 e: Como uma pedra de
tropeço e rocha de escândalo; porque tropeçam na palavra, sendo desobedientes;
para o que também foram destinados. Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio
real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele
que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
Ap 17.14 Estes combaterão
contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o
Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e
fiéis.
2. Antes da fundação do mundo, Deus escolheu determinados indivíduos para
a salvação. Sua escolha não foi baseada em qualquer resposta ou ato previsto, a
ser cumprido pelos escolhidos. A fé e as boas obras são o resultado e não a
causa da escolha divina.
a)
Deus fez a escolha:
Mc 13.20 Se o Senhor não abreviasse
aqueles dias, ninguém se salvaria mas ele, por causa dos eleitos que escolheu,
abreviou aqueles dias.
I Ts 1.4 conhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa
eleição;
II Ts 2.13 Mas nós devemos sempre dar graças a Deus por
vós, irmãos, amados do Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para
a santificação do espírito e a fé na verdade,
b)
A escolha divina foi feita antes da fundação do mundo:
Ef 1.4 como também nos elegeu nele
antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em
amor;
II Ts 2.13 Mas nós devemos sempre dar graças a Deus por
vós, irmãos, amados do Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para
a santificação do espírito e a fé na verdade,
II Tm 1.9 que nos salvou, e chamou com uma santa
vocação, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e a
graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos,
Ap 13.8 E adorá-la-ão todos
os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do
Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Ap 17.8 A besta que viste era
e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os
que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida
desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não
é, e que tornará a vir.
c)
Deus escolheu determinados indivíduos para a salvação - seus nomes
foram escritos no livro da vida antes da fundação do mundo:
Ap 13.8 E adorá-la-ão todos os que
habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro
que foi morto desde a fundação do mundo.
Ap 17.8 A besta que viste era
e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os
que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida
desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não
é, e que tornará a vir.
d)
A escolha divina não foi baseada em qualquer mérito previsto
naqueles a quem Ele escolheu, nem foi baseada em quaisquer obras previstas,
realizadas por eles:
Rm 9.11-13 (pois não tendo os gêmeos
ainda nascido, nem tendo praticado bem ou mal, para que o propósito de Deus
segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das obras, mas por aquele
que chama), foi-lhe dito: O maior servirá o menor. Como está escrito: Amei a
Jacó, e aborreci a Esaú.
Rm 9.16 Assim, pois, isto não
depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus que usa de misericórdia.
Rm 10.20 E Isaías ousou
dizer: Fui achado pelos que não me buscavam, manifestei-me aos que por mim não
perguntavam.
I Co
1.27-29 Pelo contrário, Deus escolheu
as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas
fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do
mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; para
que nenhum mortal se glorie na presença de Deus.
II Tm 1.9 que nos salvou, e
chamou com uma santa vocação, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu
próprio propósito e a graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos
eternos,
e) As boas obras são o
resultado e não a base da predestinação:
Ef 1.12 com o fim de sermos para o
louvor da sua glória, nós, os que antes havíamos esperado em Cristo;
Ef 2.10 Porque somos feitura
sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para
que andássemos nelas.
Jo 15.16 Vós não me escolhestes a mim mas eu vos
escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto
permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo
conceda.
f) A escolha divina não foi baseada na fé prevista. A
fé é o resultado e, portanto, a evidência da eleição divina, não a causa ou
base de Sua escolha:
At 13.48 Os gentios, ouvindo isto, alegravam-se e glorificavam a palavra do Senhor;
e creram todos quantos haviam sido destinados para a vida eterna.
At 18.27 Querendo ele passar à
Acáia, os irmãos o animaram e escreveram aos discípulos que o recebessem; e
tendo ele chegado, auxiliou muito aos que pela graça haviam crido.
Fl 1.29 pois vos foi concedido, por
amor de Cristo, não somente o crer nele, mas também o padecer por ele,
Fl 2.12-13 De sorte que, meus
amados, do modo como sempre obedecestes, não como na minha presença somente,
mas muito mais agora na minha ausência, efetuai a vossa salvação com temor e
tremor; porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo
a sua boa vontade.
I Ts 1.4-5 conhecendo, irmãos, amados
de Deus, a vossa eleição; porque o nosso evangelho não foi a vós somente em
palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo e em plena convicção, como
bem sabeis quais fomos entre vós por amor de vós.
II Ts 2.13-14 Mas nós devemos sempre dar
graças a Deus por vós, irmãos, amados do Senhor, porque Deus vos escolheu desde
o princípio para a santificação do espírito e a fé na verdade,e para isso vos
chamou pelo nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus
Cristo.
Tg 2.5 Ouvi, meus amados irmãos.
Não escolheu Deus os que são pobres quanto ao mundo para fazê-los ricos na fé e
herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?
g) É através da fé e
das boas obras que alguém confirma sua chamada e eleição:
II Pe 1.5-11 E por isso mesmo vós, empregando toda a diligência, acrescentai à vossa
fé a virtude, e à virtude a ciência,e à ciência o domínio próprio, e ao domínio
próprio a perseverança, e à perseverança a piedade, e à piedade a fraternidade,
e à fraternidade o amor. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas,
elas não vos deixarão ociosos nem infrutíferos no pleno conhecimento de nosso
Senhor Jesus Cristo. Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, vendo
somente o que está perto, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos
pecados. Portanto, irmãos, procurai mais diligentemente fazer firme a vossa
vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis.Porque assim
vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo.
3. A eleição não é a salvação, mas é para a
salvação. Assim como o presidente eleito não se torna o presidente de fato até
o dia da sua posse (instalação), assim aqueles que são eleitos para a salvação
não são salvos até que sejam regenerados pelo Espírito e justificados pela fé
em Cristo:(Em Efésios 1:4 Paulo mostra que os homens foram eleitos “em Cristo”
antes que o mundo existisse. Em Rm 16:7 ele mostra que os homens não estão
realmente “em Cristo” até que se convertam).
Rm 11.7 Pois quê? O que Israel busca, isso não o alcançou; mas os eleitos
alcançaram; e os outros foram endurecidos,
II Tm 2.10 Por isso, tudo suporto por
amor dos eleitos, para que também eles alcancem a salvação que há em Cristo
Jesus com glória eterna.
At 13.48 Os gentios, ouvindo
isto, alegravam-se e glorificavam a palavra do Senhor; e creram todos quantos
haviam sido destinados para a vida eterna.
I Ts 2.13-14 Por isso nós também, sem
cessar, damos graças a Deus, porquanto vós, havendo recebido a palavra de Deus
que de nós ouvistes, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo ela
é na verdade) como palavra de Deus, a qual também opera em vós que credes. Pois
vós, irmãos, vos haveis feito imitadores das igrejas de Deus em Cristo Jesus
que estão na Judéia; porque também padecestes de vossos próprios concidadãos o
mesmo que elas padeceram dos judeus;
Ef 1.4 como também nos elegeu nele
antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em
amor;
Rm 16.7 Saudai a Andrônico e a
Júnias, meus parentes e meus companheiros de prisão, os quais são bem
conceituados entre os apóstolos, e que estavam em Cristo antes de mim.
4. A eleição foi
baseada na misericórdia soberana e especial de Deus. Não foi a vontade do
homem, mas a vontade de Deus que determinou que pecadores iriam ser alvos da
misericórdia e ser salvos:
Ex 33.19 Respondeu-lhe o Senhor: Eu farei passar toda a minha bondade diante de
ti, e te proclamarei o meu nome Jeová; e terei misericórdia de quem eu tiver
misericórdia, e me compadecerei de quem me compadecer.
Dt 7.6-7 Porque tu és povo santo ao Senhor
teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, a fim de lhe seres o seu próprio povo,
acima de todos os povos que há sobre a terra. O Senhor não tomou prazer em vós
nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que todos os outros povos,
pois éreis menos em número do que qualquer povo;
Mt 20.15 Não me é lícito
fazer o que quero do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?
Rm 9.10-24 E não somente
isso, mas também a Rebeca, que havia concebido de um, de Isaque, nosso pai
(pois não tendo os gêmeos ainda nascido, nem tendo praticado bem ou mal, para
que o propósito de Deus segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das
obras, mas por aquele que chama), foi-lhe dito: O maior servirá o menor. Como está escrito: Amei a Jacó, e aborreci a
Esaú. Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum.Porque
diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e terei
compaixão de quem me aprouver ter compaixão.
Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus
que usa de misericórdia. Pois diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te
levantei: para em ti mostrar o meu poder, e para que seja anunciado o meu nome
em toda a terra. Portanto, tem misericórdia de quem quer, e a quem quer endurece.
Dir-me-ás então. Por que se queixa ele ainda? Pois, quem resiste à sua vontade?
Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá
ao que a formou: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro poder sobre o
barro, para da mesma massa fazer um vaso para uso honroso e outro para uso
desonroso? E que direis, se Deus, querendo mostrar a sua ira, e dar a conhecer
o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para a
perdição; para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos
de misericórdia, que de antemão preparou para a glória, os quais somos nós, a
quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?
Rm 11.4-6 Mas que lhe diz a resposta
divina? Reservei para mim sete mil varões que não dobraram os joelhos diante de
Baal. Assim, pois, também no tempo presente ficou um remanescente segundo a
eleição da graça. Mas se é pela graça, já não é pelas obras; de outra maneira,
a graça já não é graça.
Rm 11.33-36 Ó profundidade das
riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os
seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Pois, quem jamais conheceu
a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a
ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele, são
todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.
Ef 1.5 e nos predestinou para
sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito
de sua vontade,
5. A doutrina da
eleição é apenas uma parte da doutrina bíblica mais ampla da soberania de Deus.
As Escrituras não apenas ensinam que Deus predestinou certos indivíduos para a
vida eterna, mas que todos os eventos, grandes ou pequenos, acontecem como o
resultado do eterno decreto de Deus. O Senhor Deus reina sobre os céus e a
terra com absoluto controle. Nada acontece fora do Seu eterno propósito:
I Cr 29.10-12 Pelo que Davi bendisse ao Senhor na presença de toda a congregação,
dizendo: Bendito és tu, ó Senhor, Deus de nosso pai Israel, de eternidade em
eternidade. Tua é, ó Senhor, a grandeza, e o poder, e a glória, e a vitória, e
a majestade, porque teu é tudo quanto há no céu e na terra; teu é, ó Senhor, o
reino, e tu te exaltaste como chefe sobre todos. Tanto riquezas como honra vêm
de ti, tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; na tua mão está o
engrandecer e o dar força a tudo.
Jó 42.1-2 Então respondeu Jó ao
Senhor: Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser
impedido.
Sl 115.3 Mas o nosso Deus está nos
céus; ele faz tudo o que lhe apraz.
Sl 135.6 Tudo o que o Senhor deseja
ele o faz, no céu e na terra, nos mares e em todos os abismos.
Is 14.24 O Senhor dos exércitos
jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se
efetuará.
Is 14.27 Pois o Senhor dos exércitos
o determinou, e quem o invalidará? A sua mão estendida está, e quem a fará
voltar atrás?
Is 46.9-11 Lembrai-vos das coisas
passadas desde a antigüidade; que eu sou Deus, e não há outro; eu sou Deus, e
não há outro semelhante a mim; que anuncio o fim desde o princípio, e desde a
antigüidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho
subsistirá, e farei toda a minha vontade; chamando do oriente uma ave de rapina,
e dum país remoto o homem do meu conselho; sim, eu o disse, e eu o cumprirei;
formei esse propósito, e também o executarei.
Is 55.11 assim será a palavra
que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me
apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.
Jr 32.17 Ah! Senhor Deus! És
tu que fizeste os céus e a terra com o teu grande poder, e com o teu braço
estendido! Nada há que te seja demasiado difícil!
Dn 4.35 E todos os moradores da
terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do
céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe
dizer: Que fazes?
Mt 19.26 Jesus, fixando neles o
olhar, respondeu: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.
Outros
Recursos:
http://www.youtube.com/watch?v=Sy0e8Ok53S0 – John Piper
sobre Depravação Total e Graça Irresistível
http://www.youtube.com/watch?v=AjxJdjFmh2M – John Piper
sobre Eleição Incondicional
http://www.igrejaesperanca.org.br/podcast/series/3-os-canones-de-dort - Pr.
Guilherme de Carvalho explica os 5 pontos.
Marcadores:
Cinco pontos do Arminianismo,
cinco pontos do Calvinismo,
Eleição incondicional,
João Calvino,
predestinação,
Reforma,
Sinodo de Dort
Assinar:
Postagens (Atom)






